terça-feira, 4 de novembro de 2008

Minha "psicólica"



Erros todos nós cometemos! Mas, infelizmente, há aqueles que são praticamente "imperdoáveis". Na lista destes pode-se citar as vezes em que se super-valoriza situações em vez de verdadeiros amigos, aqueles que tanto se preocupam com você. Por mais completo que se sinta, nada pode ser comparado à necessidade de um amigo, à companhia de uma pessoa que te aceita exatamente como você é...
Já cometi esse erro... Qual? Esse de dar importância tamanha a determinadas pessoas, a ponto de deixar de lado quem realmente gostava de mim e se preocupava comigo: meus amigos mais sinceros! Porém, nada nos acontece por acaso e, já que tudo tem uma finalidade nessa vida, "deixar de canto" os amigos em algum momento é uma oportunidade que temos de melhorar e perceber o quanto a ausência deles nos machuca!
Assim como a família, que temos desde a tenra idade, os amigos também são parte de nós. Aliás, como diz uma ditadozinho bem conhecido: "os amigos são a família que nos foi permitido escolher". E cuidar bem dessa família, as amizades sinceras, é cuidar de nós mesmos. Um amigo de verdade nada mais é que o nosso porto seguro, a nossa coragem e força! Nada mais agradável que, num momento triste, nos deparar com o sorriso daquela pessoa que sempre se dispôs a nos ajudar a caminhar...
É preciso atentar para cada atitude tomada! É necessário fazer as amizades valerem e, para isso, nada mais justo que zelar e amar a família: a que nascemos com ela e a que escolhemos com o tempo (amigos!). Ainda que falte dinheiro ou quaisquer bens materiais, quem possui amigos como os meus pode se considerar um RICAÇO! Meus amigos são minha maior riqueza!
Para não haver pancadaria por conta do meu amor fraterno, enfatizo aqui que este texto homenageia cada um daqueles que fazem minha vida tão especial. Entretanto, uma pessoa é alvo principal dessa homenagem: Vanessa! É! A Vanessa! Algum problema, meu povo? ¬¬' Bom, para quem não sabe, Vanessa é a moça linda da foto acima. Não! Quando falo de "moça linda", não estou falando de mim mesma! HAHAHAHAHA! Falo da outra moça linda! rsrs
Nessa, obrigada por ser tão minha amiga! Te amo viu? Minha "psicólica"!

segunda-feira, 6 de outubro de 2008

Interrogações...



Depois que se vive intensamente um sentimento que, sem que você perceba, se esvai, fica bem mais difícil para ver a vida com os mesmos olhos. Perde-se a crença naquilo que sempre defendeu com "unhas e dentes". Mas muito pior que desacreditar no real é acreditar que "chutar o amor" pode ser o caminho ideal para a reconstrução! Inaceitável não é o "chute", mas as pessoas afetadas com ele...
A verdade é que uma vez sendo vítimas de uma situação chata as pessoas esperam que outras sintam o mesmo, para que possam ser capazes de entender o que ocorre dentro de nós quando não estamos bem! Não ficamos bem por conta do passado e continuamos mal por procurar "presas fáceis" de nossas maldades... As vítimas escolhidas são sempre as mais frágeis, para que o tiro seja certeiro...
O tiro atinge o alvo, mas acaba saindo, em outras circunstâncias, pela culatra. Aí, os malfeitores juntam-se ao grupo de vitimados. Atualmente é essa a situação: tiro dado, tiro tomado! Bem mais dolorida que a ferida causada por uma arma de fogo é a "ferida" que se abre em nós com as interrogações que se aprofundam e, como feridas reais, matam aos poucos...
Dúvidas! Interrogações... Por que escrevo?

sexta-feira, 19 de setembro de 2008

Quando o coração se torna "INHO"...



Os sentimentos são realmente nossos maiores adversários... Somente eles nos fazem dizer e fazer coisas que jamais diríamos ou faríamos. E por mais racionais que queiramos ser, já que isso é o mais certo ou por conta de uma decepção amorosa, não há como fugir do "cabresto" que nossas emoções nos colocam! É preciso admitir, reconhecer que estamos a todo momento sendo escravizados por aquilo que sentimos.
Isso é tão rídiculo! Mas ficamos ainda mais ridicularizados quando percebemos que essa "escravidão" nos agrada... É isso mesmo! Na maioria das vezes, ainda que digamos o contrário, gostamos, sim, de nos deixar levar por nossos sentimentos... Há quem ache "mágico", romântico ou "bonitinho" abandonar tudo em função de um sentimento. Entretanto, bom mesmo é tomar cuidado com a tal "coleirinha"!
Não quero que pareça aqui, ao falar em "tomar cuidado com a tal coleira", que tenha eu mudado de opinião a respeito de relações intensas, de amar de forma desmedida! Embora o meu coraçãozinho esteja bem "INHO", eu sempre serei a favor do "amar loucamente!" Porque assim amei, amo e sempre vou amar... E amando de tal forma, vou sempre quebrar a cara, o que, no entanto, não me impede de continuar na "intensidade".
Uma coisa é bem certa! Por mais que nos despedacemos no final de tudo, sempre queremos mais! Seja com a mesma pessoa, seja com outra, com várias rsrsrsrs... Sempre queremos mais! Queremos uma "segunda dose", ou ainda terceira e quarta, porque nos completamos na "loucura" de amar! E por mais que procuremos um amor, NOVO OU ANTIGO, ele não vem... Não depende de nós. Ele acontece!
Enquanto isso, vamos amando loucamente sim! Amando loucamente aqueles que estão do nosso lado quando o coração se torna "INHO": os amigos! Vamos amando loucamente aqueles que se deixam transformar em nossos travesseiros e continuam a nos dizer o quanto somos belos, inteligentes, divertidos e especiais, ainda que seja tudo mentira e apenas para conforto! HAHAHAHA!


Amigos, amo-os loucamente! Isso inclui você, Washington! Te amo. Saudade. ;/


P.S. pausa para falar da saudade daquele que me convenceu a criar esse blog, ZAQUEU - meu eterno amigo e poeta; saudade de Lenny, minha sobrinha, minha filha, minha amiga, minha psicóloga, meu amor... ;/

quarta-feira, 10 de setembro de 2008

"Quedas" também elevam.



Os "desastres" também têm sua razão de ser... E não é por conta do tal "Porque Deus quer" não. O motivo de acontecerem tantas coisas ruins é o fato de precisarmos delas para sabermos viver. Assim sendo, com tantos altos e baixos, a vida não é tão desagradável quanto muitas vezes nos parece. E nos últimos dias eu tenho sido uma prova real disso aí.
Não sou vítima de nada e nem me sinto como tal. Sou um ser humano que tem aprendido com "quedas", com "negativismo" e, principalmente, com "desencontros", mentiras e omissões. Entretanto, em meio a tantas palavras com significados nada bons, reconheço que a aprendizagem adquirida - a respeito da vida - tem sido enorme. Só agora percebo que o que sempre julguei "perfeito" foi uma das piores situações pela qual passei...
Mas mesmo sendo a pior experiência vivida por mim, foi bem ali que vi a vida de verdade. Em função disso, agradeço a toda circunstância e qualquer pessoa que se "disponibilizou" a me "estapear" com intuito de me fazer aprender o que eu devia há muito: notar que palavras ditas - ainda que por Jesus Cristo - não têm tanta validade. Por essa última afirmação, me perdoe a "galera aleluia"... ^^
Agora posso ver nitidamente que lágrimas podem ser a água que faz crescer a "plantinha" da evolução pessoal, ou seja, sofrer - ainda que achemos que definharemos até a morte - ajuda-nos a ser mais fortes, menos bobos, menos IDIOTAs.
A alegria faz bem para a pele, para a vida... A tristeza também faz... E, uma vez aprendida a lição, logo ficamos felizes de novo... Vivemos novas situações, conhecemos novas pessoas e, de novo, quebramos a cara... E aí vem mais coisas para aprender...
Ninguém está livre disso... Ninguém se livra da decepção, da dor, do vazio, da sensação de estar sozinho no mundo... Todos nós precisamos adquirir força para encarar a vida e, para isso, é preciso cair, cair e cair... As "quedas" também elevam. ;D

quarta-feira, 20 de agosto de 2008

Prefiro morrer com os fatos.



Quando mantemos uma relação mais próxima, mais íntima com uma pessoa, sempre achamos que a sinceridade dos sentimentos pode significar a sinceridade nas palavras; infelizmente não é assim, pois sempre tem alguém no "jogo" que se pauta naquela de que: "é melhor mentir para não machucar o outro, do que matar com a verdade". A verdade é que eu prefiro morrer com os fatos, do que me sentir enganada...
E sendo eu assim, acho que todo mundo deveria ser; sofreríamos mais, sim, mas haveria uma bela subtração no número de pessoas que teimam em fugir da sinceridade. Quando se estar sentindo algo, se fala nisso todo o tempo; o mesmo deveria ocorrer quando não mais se sente... Para mim, pior que muita coisa nessa vida podre é fingir um sentimento por alguém; isso é enganar o outro...
Se somos sinceros, ainda que parcialmente, isso pode ser evitado. E mais: o sentimento de que fomos enganados diminui bastante. O problema é que a sinceridade, segundo alguns, pode trazer mais lágrimas do que "a mentira que agrada". Talvez eu esteja sendo egoísta - como muitas vezes fui -, mas há muitos que compartilham do mesmo pensamento que eu...
Bom, mas não adianta sofrer ao extremo por se descobrir enganado... Enganado porque alguém omitiu de você algo que deveria ser dito há muito; todos nós somos enganados... E todos nós sobrevivemos, embora haja um boa parte que apenas "passa pela vida"; quero muito não fazer parte dessa "boa parte"; quero muito parar de pensar que foram "anos da minha vida perdidos"...
Perdidos, irrecuperáveis...
Há muito eu não devia estar mais aqui... =/


Sem mais páragrafos... a fonte secou... aliás, muita coisa secou...=/

quinta-feira, 7 de agosto de 2008

Nós e "EU".



Uma briga, um problema no trabalho, um atraso, uma falta...
Todas as vezes em que temos desapontamentos diários, é porque algo não seguiu a direção de nossas vontades! E ainda que vivamos em grupo, estejamos cercados por outras pessoas - o que significa outras cabeças, outras vontades - pouco nos importamos com o desejo alheio... O que vale é que tudo ocorra como gostaríamos!
E é assim que cada um de nós tem "caminhado pela própria existência": entre outras pessoas, mas - ainda sim - pondo nossos quereres acima do que querem os demais, ou seja, cada um age, ainda que incoscientemente, como o centro das atenções! Quão tristes nos encontramos, ao perceber que nem tudo segue o curso que traçamos... Não estamos sozinhos, em circunstância alguma!
Somos seres sociais não apenas por passar a vida ao lado de outros, mas porque SOCIAIS também devem ser os desejos de cada um de nós; é preciso correr atrás de vontades que não tenham como alvo apenas o "MEU" bem-estar! E cada um tem plena consciência disso, pois é o que se vê! Mas ainda que saibamos disso, quão tristes nos encontramos ao fracassar na conquista de algo que faria um bem danado ao nosso EU!
O interessante é que, a cada instante de nossas vidas, ensinamos as nossas crianças o quão negativo é o sentimento de egoísmo... A elas passamos a informação de que é necessário compartilhar entre si não somente brinquedos e lápis de cor, mas também desejos, vontades... E compartilhar desejos é querer o que é melhor para todos! Nos contradizemos a todo instante!
Dizemos a nossas crianças que "egoísmo é mal... que "o Papai do Céu não gosta de gente egoísta", mas nós TODOS somos puramente egoístas! Temos a maldade enraizada em nosso peito; não agradamos ao "Papai do Céu"... E dessa maneira vamos seguindo a caminhada da vida, ensinando que é preciso cultivar o altruísmo, mas perserveramos em nossa natureza EGOísta...
Porém, há quem nesse mundo queira a fórmula para não ser tão egoísta, porque é preciso que o AMOR que devotamos às pessoas seja VISTO e não FALADO! Para isso, é necessário diminuir a dosagem de egoísmo em nós (digo "diminuir" porque somos humanos, e não deuses, o que nos impossibilita de sermos completamente altruístas =/); é necessário saber amar as pessoas como elas são, como elas vivem, sem considerar o fato de que as vontades delas possam divergir das nossas!
O que se sabe é que quem ama DE FATO nunca poderá ter tudo o que deseja, pois o amor é pouco egoísta... E o POUCO EGOÍSMO consiste em permitir que a vontade do outro também venha à tona! Amar é renunciar muita coisa, o que não combina muito com "EU"!
Precisamos fugir disso para viver melhor com os outros! Vamos tentar primeiro né? HAHAHAHA! Afinal, "Nós e EU" não é uma dupla de muito sucesso. ^^


;D

sábado, 26 de julho de 2008

"Coleira" ou laços?



Recebi hoje um convite para estar entre "amigos" e com eles me embriagar! Recusei! Além de não ser amante de bebidas alcóolicas, não poderia contar com a presença de uma determinada pessoa (não desprezando as demais ^^!) Sabendo de minhas verdadeiras razões, o "convidador", de cara, perguntou (já afirmando): "coleirinha hein?" Preciso explicar o que significa a "coleirinha"? Não, não preciso. ^^
É o que pensa a maioria das pessoas! Quando nos envolvemos para valer com o outro, quando amamos de verdade, logo passamos a ser dominados. Então, como dizem por aí, deixa-se de viver a própria vida e vive-se para o outro, respira-se pelo outro. No popular, "vira-se um cachorrinho!" (Que horror!) Mas será que tudo se dá desta forma mesmo?
O que ocorre é que as pessoas estão pouco acostumadas com o amor, e muito interessadas na liberdade (ou libertinagem? ¬¬'); raros estão dispostos a abrir mão de determinadas coisas para estar ao lado de quem se ama - ou se diz que ama. E é por isso que, quando não se quer ir a lugares por não poder estar com "o alvo" de seus sentimentos, dá-se uma conotação negativa para a coisa (embora os cachorros sejam uma graça de animais, no contexto em questão - "ser cachorrinho de outro" - o animalzinho ganha uma significação bem pejorativa ^^).
Olhar as coisas de um modo negativo é uma bela forma de fugir delas... A meu ver, uma pessoa que procura aspectos ruins em algo é porque quer apresentar motivos para se afastar desse "algo", ou seja, se relacionamentos duradouros são símbolos de "coleiras", aprisionamento, é porque não devem ser tãos bons assim e, quem sabe, o amor nem mesmo exista...
Mas quem ama, de fato, sabe que não há "coleiras"... Que o elo existente entre os amantes não aprisiona, não impossibilita! Há, sim, laços! E este "enlaçamento" nos torna dependentes do outro, no sentido de ser necessário para nós termos por perto quem amamos, porque é bom! Nisso não há prisão, "coleiras"... Nisso há liberdade...


Eu te amo, pin!